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Armaduras Medievais II

Com a fragmentação do Império Romano, as redes de comércio profundamente interconectadas se perderam e permitiam que a fabricação de armaduras de placas romanas fossem substituídas pela produção muito mais localizada de cota de malha para as primeiras elites feudais. No entanto, o estilo romano, caracterizado pela alternância de anéis redondos e planos, permaneceu dominante. A cota de malha pós-romana sobrevivente provavelmente foi feita fora da influência romana, mas ainda tinha claras influências estilísticas romanas.

Nessas fragmentadas unidades políticas pós-romanas, as armaduras de metal representavam um enorme investimento de tempo, esforço e riqueza material em sociedades que giravam em torno do pagamento de aluguel de alimentos. Como cada mineiro, metalúrgico, ferreiro e aprendiz representava outro par de mãos que não podiam ser colocadas para trabalhar nos campos, uma armadura de malha fina era uma enorme demonstração de riqueza. Apenas os senhores mais ricos eram capazes de equipar seus servidores com armaduras. Os documentos judiciais de Carlos Magno ilustram isso muito bem – as primeiras proclamações do Sacro Imperador Romano proibiram a venda de brunia (armadura de cota de malha) para estrangeiros, e os registros de herança mostram que a cota de malha era frequentemente passada de uma geração para a seguinte.e

Consequentemente, a maioria das tropas do início da Idade Média teria sido equipada com tecidos locais robustos (geralmente linho e lã) e equipada com um escudo de madeira – facilmente a forma mais eficaz de armadura medieval barata, que poderia defender seu portador da coxa ao pescoço. Mas mesmo as tropas comuns teriam sido equipadas com capacetes, que, durante grande parte do período medieval na maior parte da Europa, seguiam o padrão spangenhelm: uma calota craniana com faixas de ferro, com ou sem uma defesa nasal simples projetando-se da aba.

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Tradução e adaptação: Prof. Dr. Ricardo Cabral

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