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Os Manuais de Guerra Chineses: Para muito além de Sun Tzu

Prof. Esp. Douglas Magalhães Almeida

A China Antiga tem um longo período conturbado de guerras que envolveram as suas primeiras Dinastias. Podemos começar considerando a partir do poderio e estabilidade da Dinastia Zhou (c. 1027-256 a.C.) que no princípio centralizou seu domínio sob a égide discursiva do Tianming (Mandato Celestial, um cargo cedido pelos deuses a uma alma mortal pelo Imperador Celestial para que pudesse reinar sobre os demais mortais). Esse era o conceito que legitimava o Império ali estabelecido e que fundou as bases civilizacionais das próximas dinastias chinesas pelas eras.

Entretanto, foi no final do século VII a.C. que a dinastia passou por uma violenta crise política e social com o enfraquecimento gradual das instituições políticas centrais que aprofundou o problema vigente no sistema de Fengjian (que se resume em uma estrutura social descentralizada formada por uma confederação de territórios autônomos, os guo, assumidos por cargos nobiliárquicos, muitas vezes confundido vulgarmente como uma espécie de feudalismo chinês). Assim, com o fortalecimento de alguns territórios menores em vista do enfraquecimento do controle central, ocorreram disputas de poder que fragmentaram a dinastia, resultando em uma calamidade bélica de inúmeros domínios guerreando entre si por objetivos particulares e nobres invocando para si novas dinastias e o direito de se declararem por si mesmos como Wang (monarcas).

A diluição de um império maior em inúmeros reinos autônomos gerou o momento conhecido como Período das Primaveras e Outonos (c. 722-481 a.C.). Esse nome é dado devido à obra Chunqiu (traduzida por Crônica das primaveras e outonos) que trata das intrigas, articulações e guerras travadas entre os inúmeros estados rivais. Sendo que após as escaramuças violentas, aproximadamente em 475 a.C. restaram apenas sete reinos, resultantes de conquistas, unificações por alianças e destruição de domínios. Eram eles Han, Chu, Qi, Qin, Yan, Wei e Zhao, tais quais fundaram a seção cronológica da história das dinastias chinesas do que chamamos de Período dos Reinos Combatentes (c. 403-221 a.C.), encerrado apenas quando o reino Qin conquistou os demais e realizou a primeira grande unificação chinesa estabelecendo sua dinastia como um vasto império.

É nesse interim em que diversas tradições militares interagem com suas esferas sociais-políticas, e se renovam. Uma das mudanças mais pertinentes é a ascensão dos militares e da cultura marcial, pois a guerra transitou do costume aristocrático para a inserção da plebe camponesa na finalidade de formar corpos marciais regulares em consequência da constante mobilização que o período exigia.

Assim, os filósofos do Período das Primaveras e Outonos desenvolveram a base do pensamento chinês em busca de compreender a política e sociedade, propondo soluções para o caos social instaurado. Desse berço intelectual  surgiram as chamadas Cem Escolas do Pensamento, que contam com linhas filosóficas de análise da sociedade como o Confucionismo, Taoísmo, Moísmo, Legalismo, dentre outras. E foi durante esse fervor de estudos e correntes filosóficas, onde também começaram os primeiros escritos de manuais de guerra que tinham por fim traçar rumos em direção a vitórias que também poderiam prover as dinastias com estabilidade em suas conquistas.

É assumido que o Reino de Qin se destacou vencendo ao fim do Período dos Reinos Combatentes por causa das escolas de pensamento que não só fortificaram o Estado por meio do desenvolvimento de uma melhor administração como também pelas escolas de pensamento que aprofundaram seu entendimento geral sobre a estratégia e a guerra. Nesse sentido há um destaque para a escola Fajia, ou Escola das Leis, por onde diversos mestres constituíram suas perspectivas inclusive na ênfase às atividades militares, almejando métodos de controle social e conquista de recursos. É nesse âmbito que Sun Tzu (ou Sunzi, como se pronuncia) escreve sua obra famosa, Bingfa, traduzida como a Arte da Guerra.

 A proeminência da Arte da Guerra nos estudos militares ocidentais é devida a importância que manteve na cultura chinesa, contudo, para muitos parece até como um único tratado a ser mantido na história da China. Acontece que há várias outras obras que são de suma importância e marcaram a formação da concepção tática e estratégica da China e reinos vizinhos, como Coréia, Japão e Vietnam. Essas têm como objetivo defender seus próprios métodos para resolução de conflitos com o único objetivo de alcançar a vitória, sendo essa a marca principal dos escritos realizados pela chamada Escola de Pensamentos Militares (Bingjia).

Em sua base a ideia é que a escola de estrategistas visava primeiro um meio de estabelecer a supremacia antes de alcançar o poder, quando só então o governante deveria assumir suas prioridades e preferência. O que faz a Arte da Guerra de Sun Tzu se sobressair essencialmente é que seu olhar está focado no método sem desfocar da preocupação tática e estratégica, diferente do que outras obras faziam dando conselhos morais e orientações administrativas à governos locais, o que acarretou em muitos modelos políticos acabarem não ser tão bem aceitas.

Portanto, em vista dos diversos clássicos que abordavam essa temática  é importante entendermos que Sun Tzu não é o único a ter dizeres elementares formadores do pensamento militar e estratégico chinês, quando não extremo oriental. Dito isso, abaixo citaremos brevemente algumas dessas obras e seus autores para enriquecer o conhecimento sobre o assunto.

Um grande estrategista é Liu Ji (1311-1375), também conhecido como Liu Bowen ou Wencheng, que foi um mandarim servindo com conselhos como Grande Secretariado do líder rebelde Zhû Yuánzhâng (1328-1398), da Dinastia Yuan, que posteriormente assumiu como primeiro Imperador Hongwu da Dinastia Ming (r. 1368-1644). Como estadista, poeta e grande estrategista militar, escreveu o livro Cem Estratégias Incomuns (Baizhan Qilüe/Qifa), traduzido para o inglês por Ralph Sawyer. Também foi, junto ao oficial mongol rebelde Jiao Yu, um dos responsáveis pelo tratado chamado Manual do Dragão Flamejante (Huolongjing), ou só Ilustrações de Armas de Fogo (Huoqitu), o qual tem como função servir como um guia tático envolvendo armas de pólvora do final do séc. XIII à metade do XIV. Ali provém informações de uma farta gama de composições de pólvora e tipos de armamentos para uso em granadas, artilharia, flechas de fogo, projéteis, explosivos terrestres e marítimos, lanças de chamas e canhões.

Foi baseado em um antigo documento há muito perdido chamado Ilustrações dos Engenhos do Divino Dragão Flamejante (Huolong Shenqi Tufa), e chegou a ter uma revisão em diversos períodos, incluindo em 1632 contando a adição ao uso de mosquetes e canhões de culatra. Mas foi proibido na Dinastia Qing por ofender outras etnias, como aos atuais regentes Machus que ali eram chamados de “Bárbaros do Norte”.

O manual Mestre do Vale dos Espíritos (Guiguzi) é uma obra considerada do séc. IV a.C., com autoria questionada por não haver indicação direta de quem escreveu, sendo que para alguns pesquisadores ela seria uma compilação de diversos documentos de tempos diferentes ou mesmo elaboradas por Guigu Xiansheng, fundador da Escola de Pensamento focada em estudos de Retórica conhecida como a Escola das Alianças Verticais e Horizontais (Zông Héng Jiâ, também chamada apenas de Escola de Diplomacia). Apesar de categorizada como um tratado militar, compreende a discussões de técnicas de retórica que abordam o período de cerca do século III a.C. à cerca do século III d.C, sendo assumida como um cânone taoísta.

Uma obra que passou por diversas transformações e foi citada algumas vezes através da história da China é Os 36 Estratagemas (Shanshiliu Ji), possivelmente escrito por Tan Daoji (séc. IV – 436), um famoso general que serviu o Imperador Wen (r. 424-453) durante a Dinastia Song do Sul (ou Dinastia Liu Song, 420-479). Esse ensaio foi primeiro citado no sétimo volume biográfico presente no Registro de Qi do Sul (Nan Qi Shu), escrito por Xiao Zixian (489-537), e foi encontrado um original em tempos contemporâneos na província de Shaanxi, então publicado em 1941, vindo com grande popularidade ao público a partir de 16 de setembro de 1961 quando foi impresso pelo jornal diário do Partido Comunista Chinês Guangming Daily.

O Sanshiliu Ji busca ilustrar por meio de ensaio uma série de estratagemas úteis nas esferas civil, militar e política, destacando a importância da astúcia e engodo para alcançar a vitória tanto em momentos de vantagem quanto de desvantagem. Apesar de desconhecermos o escrito original, sabemos que esse ensaio não era necessariamente sobre exatamente 36 estratagemas, e sim que esse é um número simbólico que denota uma numerosa variedade de ensinamentos estratégicos, contudo, chegou a passar a ser resumido nesse número a partir de compilações de textos com escrita lacônica resumida em curtas sentenças similares a provérbios brevemente comentados pelo autor. Essas versões podem ter assumido tal aspecto quando foi revisado e compilado durante as Dinastias Ming e Qing.

O Livro do Lorde Shang (Shangjun Shu), escrito pelo filósofo legalista Wei Yang (c. 390-339 a.C.), também conhecido como Shang Yang, foi o primeiro escrito de sua escola filosófica, fundando as suas ideias reformadoras do Estado da Dinastia Qin (c. 221-207 a.C.). A obra busca divulgar seus ensinamentos pensados em como manter estabilidade e continuidade para a Corte Dinástica de sua época, defendendo especialmente a imparcialidade das leis e o estabelecimento de padrões a serem seguidos a fim de ordenar uma sociedade.

Com sua experiência bélica pelo confronto em 341 a.C. no qual liderou o exército dinástico contra o Reino de Wei, Yang desenvolveu em sua obra as bases fundamentais que permitiram o Reino de Qin a se centralizar e se tornar uma potência marcial. Assim, além de questões político-administrativas, como a ênfase em reforço dos méritos individuais e diminuição dos poderes autônomos de lordes inferiores aos monarcas, incluiu promoção do estado em promover as virtudes marciais e dar destaque à manutenção de um exército forte ligado ao império no objetivo de manter seus interesses e expandir suas conquista.

Durante a Dinastia Song (960-1279), sob o reinado do Rei Shengzhong (r. 1068-1085), foi oficializado um cânone de sete clássicos militares (Wujing Qi’Shu) que passariam a predominar os estudos da escola dos estrategistas e que serviam como parâmetro na finalidade de examinar candidatos à militares. Junto a Arte da Guerra de Sun Tzu, temos as obras de Wu Qi, Sima Rangju, Taigong, Wei Liaozi, Li Jing e Huang Shigong. Tais ensaios ainda estiveram presentes como material de estudo para membros do Partido Comunista da China, especialmente durante a Guerra Civil Chinesa (1927-1949).

A Arte da Guerra do Mestre Wu (Wuzi Bingfa) é uma coleção de tratados com os pensamentos do Mestre Wu Qi sobre o atrito da guerra a partir de entendimentos da filosofia da harmonia social confucionista e do encontro com o discernimento de leis pelo legalismo. Suas seis seções discutem sobre aspectos críticos dos assuntos militares: planejamento de Estado; avaliação sobre o inimigo; manutenção e manipulação do exército; o caminho filosófico a ser assumido pelo general; atenção às mudanças no combate; e o estímulo a seus oficiais.

A Metodologia de Sima (Sima Fa), ou também Os Preceitos da Guerra do Marechal, teria sido escrito possivelmente por Sima Rangju (c. séc. III a.C.), famoso general da Dinastia Qi. Nele se discute políticas governamentais de leis e regulamentos, assim como administração e organização militar, disciplina, táticas e promoção de valores marciais básicos. Uma de suas grandes marcas é afirmar que a guerra é necessária para a existência dos Estados, sendo a fundação do poder político em busca de punir os desordeiros e resgatar os oprimidos enquanto se deve almejar equilibrar com momentos de paz, assim proporcionando períodos de prosperidade estatal. Também na sua discussão sobre as virtudes, defende a distinção entre os valores civis e militares por serem contraditórios, levando a monarcas terem de conduzir suas políticas de modo diferente entre as duas esferas.

Outro tratado que passou por diversas revisões e versões foi As Seis Lições Secretas (Liu Tao) do Grão-Duque do Reino de Qi, Taigong (1128-1015), também conhecido por Jiang Ziya ou Lü Shang, um nobre da corte da Dinastia Zhou que viveu entre o séc. XII e XI a.C. e foi responsável pela queda da dinastia anterior e ascensão da então atual, dando um caráter para a obra de trazer conselhos políticos e militares de perspectiva mais revolucionária na constituição de um novo governo.

O Livro do Mestre Wei Liao é um importante documento do Período dos Reinos Combatentes, que traz paradigmas confucionistas e legalistas para analisar a guerra chinesa. O Mestre Wei Liao, que foi conselheiro pessoal do Imperador Qin Shi Huang Di, fez um escrito mais teórico e menos proverbial como os demais estrategistas, de maneira que advogava a importância que havia na interação das esferas militares e civis, visto que todo exército tinha como base de recursos o povo, que devia ser nutrido e provido pelo Estado, incluindo com incentivo a valores humanistas; e a agricultura, que devia ser bem administrada para sustentar o governo e suas conquistas.

As Três Estratégias do Nobre da Rocha Amarela (Huang Shigong San Lüe) é um tratado bélico associado ao sábio taoista Huang Shigong (viveu cerca do século III a.C.), que teria sido presenteado à Zhang Liang, general famoso e reformador da Dinastia Han. Sua obra assume três preceitos básicos: a necessidade de um líder ser rígido e flexível conforme o contexto apropriado; as ações decisivas devem ser baseadas em observação e percepção, podendo mudar os planos a qualquer momento para se adaptar; e a preocupação de empregar em ações apenas os capazes, exigindo da liderança o talento de discernir habilidades com precisão. Focando no elemento cotidiano dos generais e demais oficiais de alto escalão, o tratado assume características taoístas para a guerra, buscando o equilíbrio com o contexto, como através do incentivo à guerra em períodos bélicos e a manutenção de exércitos de postura pacífica quando em períodos mais amenos, evitando agressividades fora de tempo.

A última obra dentre as sete é Diálogos entre Tang Taizong e Li Weigong (Tang Taizong Li Wei Gong Wen Dui), que se resume a questões discutidas e debatidas entre o Imperador Taizong (599-649) da Dinastia Tang e o general Li Jing (571-649). Diferente das anteriores, seu ensaio não é acerca de uma nova proposta de teoria estratégica e sim uma reunião de comentários e análises de obras anteriores, apontando suas teorias e contradições com a experiência pessoal do general. Li Jing ainda é reconhecido como autor de diversas obras de doutrinas estratégicas, como seu próprio A Arte da Guerra, dividida em oito capítulos, e um tratado chamado O Espelho da Guerra.

Havendo citado esses diversos tratados e ensaios estratégicos, não podemos deixar de citar a Arte da Guerra de Sun Bin (Sun Bin Bingfa), um personagem a quem é creditado ter vivido no séc. IV a.C. e sido descendente (possivelmente neto) de Sun Tzu. Em sua juventude teria sido tutoriado pelo eremita sábio Guiguzi e servido aos reis de Wei e Qi, onde fez seu nome nas Batalhas de Guiling (354-353 a.C.) e Maling (342 a.C.). Seu resultado vem na obra que estava perdida desde a Dinastia Song, até ser encontrada na forma de dois volumes de tomos feitos em tiras de bambu em abril de 1972 durante as escavações das tumbas da Dinastia Han, sob os Montes Yinque, na Província de Shandong.

Sua obra é derivada do tratado de seu antepassado, Sun Tzu, e assume interpretações sobre suas experiências bélicas, por vezes chegando mesmo a contrariar ensinamentos de seu possível avô através de uma escrita repleta de recursos dialéticos e ensinamentos de um materialismo passivo. Foi diversas vezes confundido como parte da Arte da Guerra do próprio Sun Tzu, sendo mais estudado em separado recentemente.

Com isso concluímos essa exposição de inúmeras obras outras que foram influentes no passado chinês e ajudaram na constituição do pensamento estratégico oriental moderno, indo muito além da Arte da Guerra de Sun Tzu. A compreensão dessa amplitude da literatura de manuais de guerra se faz importante para que não venhamos a cair em sensos comuns ou orientalismos, que não poucas vezes tentou assumir uma única obra como padrão de diversas sociedades Próximo e Extremo Orientais.

Bibliografia

BUENO, André da Silva. A Arte da Guerra: os treze capítulos originais. Tradução do chinês de André Bueno, 1º Edição. São Paulo: Jardim dos Livros, 2010.

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FAIRBANK, John King; GOLDMAN, Merle. China: Uma Nova História. São Paulo: L&PM Editores, 2006.

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SUN TZU. A Arte da Guerra. Tradução do inglês de Leonardo Alves; edição e introdução de John Minford; apresentação de André Bueno, 1º Edição. São Paulo: Penguin Companhia das Letras, 2019.

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SUN TZU, SUN BIN. Sunzi: the Art of War; Sun Bin: the Art of War. Tradução do chinês de Lin Wusun, 2º Edição. Beijing: Foreign Languages Press, 2007.

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Indicações bibliográficas

– Sábios guerreiros: Arte da Guerra, Livro de Mestre Shang, Livro de Cinco Anéis, Primeiros passos do guerreiro. 2º edição. Nova Alexandria, 2019.

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– Sun Bin. The Art of Warfare: a translation of the classic Chinese work of philosophy and Strategy. Tradução para o inglês de Roger T. Ames e D.C. Lau.

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