Os U-boot na Segunda Guerra Mundial (1942-1945) – Parte 2

de

Prof. Dr. Ricardo Pereira Cabral

Em 7 de dezembro de 1941, o Japão atacou a Base Naval de Pearl Habor, na ilha de Oahu, no arquipélago do Hawaii. O III Reich, em solidariedade aos japoneses, declara guerra aos EUA.

Em janeiro de 1942, Dönitz lançou a Operação Paukenschlag (Operação Rufar dos Tambores), de janeiro a junho desse ano, visando atacar o tráfico comercial na costa leste dos Estados Unidos. Os norte-americanos foram aconselhados por britânicos e canadenses a desligarem as luzes à noite nas cidades costeiras, mas não o levaram em consideração. O resultado foi que os U-boot ficavam na superfície espreitando o tráfico comercial e o atacando sem piedade, só neste ano foram afundados 1.160 navios mercantes. Os alemães chamaram esse período de “segundo dias felizes”.

A situação chegou ao ponto de sobrecarregar a Marinha Real (Royal Navy), pois estava escoltando comboios no Atlântico, Ártico e Mediterrâneo, teve que desviar parte das suas escoltas costeiras construídas e fornecê-las aos norte-americanos.

Uma observação, o Almirante Ernest King, comandante em chefe da Esquadra norte-americana, tinha severas restrições a Royal Navy e rejeitou inúmeros conselhos e ajudas dos britânicos, só para vocês terem uma ideia do efeito danoso dessa atitude em menos de um mês os U-boot afundaram 156.939 ton, sem perdas. Com a chegada de novos U-boot Type IX e Type VII, apoiados pelo U-boot Type XIV (Vaca leiteira), eles afundaram mais 397 mercantes com mais de 2 milhões de ton de suprimentos perdidos.

O problema, para os alemães, era que neste ano de 1943, os norte-americanos lançaram ao mar mais de 11 milhões de toneladas de navios mercantes.  Somente em maio, a US Navy adotou o sistema de comboio ao longo da costa norte-americana e do Caribe, além da disciplina de luzes nas cidades costeiras reduziram as perdas.

Já pelo lado alemão, a Operação Rufar dos Tambores foi tão bem-sucedida que Hitler deu liberdade de ação a Dönitz, concedeu prioridade a construção dos submarinos, o promoveu e deu-lhe o comando da Kriegsmarine.

O período entre julho de 1942 até fevereiro de 1943, a organização dos comboios e aprimoramento das capacidades de guerra AS pelos norte-americanas teve como consequência o aumento de afundamento dos U-bootes. Dönitz decidiu então deslocar suas matilhas para atuar mais ao norte e no meio do Atlântico Norte em uma área conhecida como “buraco negro” que não era coberta pela aviação (ameaça que os submarinos tinham dificuldade de lidar). Mas isso não queria dizer que os U-boot não penetrassem e atacassem nas áreas protegidas pela avião costeira (costa do Canadá, da Groelândia, no Mar do Norte e até mesmo próximo a Grã-Bretanha quando as condições táticas permitiam).

A distribuição dos U-bootes, variava de acordo com a situação tática, mas, normalmente, era de 50% para o Atlântico Norte, 20% para as Antilhas e os 30% restante atavam no Ártico, Mediterrâneo, Atlântico Sul e Oceano Índico. Lembro que os italianos empenhavam seus submarinos (na maior parte da ocasiões) de acordo com as diretrizes de Dönitz.

O Type IX a “estrela” da Operação Rufar dos Tambores
http://ahoy.tk-jk.net/macslog/OperationDrumbeat.html

A distribuição dos U-bootes variavam também de acordo com as informações recebidas pela Inteligência naval na busca do comboios em regiões como Gibraltar, no entorno das ilhas Atlânticas, na África do Norte. A partir dessa informações foram acrescentados novos locais de caça como a Costa Sul-Americana, Cabo da Boa Esperança e no Oceano Índico.

Em termos táticos, os U-bootes continuavam a atacar à noite, mas agora em duas ou mais ondas e em dias seguidos, além de utilizarem vários subterfúgios para confundir as escoltas e quebrar a formação do comboio.

Dönitz orientava os comandantes para serem audaciosos e criativos nos seus ataques. O almirante alemão frequentemente mudava os padrões de ataque, deslocava os seus U-boots para novos locais de caça procurando sobrecarregar as capacidades AS dos Aliados

Aparentemente, a Ubootwaffe estava levando vantagem sobre os Aliados, mas um dos primeiros sinais de que o jogo estava virando foi a deflagração da Operação Torch. Esta operação consistia no desembarque de 107 mil homens das forças britânicas e norte-americanas, transportada por cerca de 500 navios e escoltada por 350 navios de guerra no Norte da África. Os diversos comboios partiram de locais nas Bermudas, Grã-Bretanha e EUA para invadir os território franceses da África do Norte controlados por Vichy, e conseguiram fazê-lo sem grandes problemas. Observem que no mapa abaixo os comboios passaram pelo meio do Atlântico Norte, uma região com muitos U-bootes, praticamente, sem serem molestados.

Os Aliados responderam as táticas alemães alocando “grupos de apoio” (que seriam aumentados em número no decorrer da guerra), constituído basicamente de escoltas, que com apoio da aviação caçavam submarinos, sem estar diretamente ligados a proteção dos comboios. Tal fato só foi possível com o aumento do número de escoltas. Não podemos deixar de mencionar, que a cobertura aérea foi aos poucos se tornando maior. A consequência foi o crescimento do número de afundamentos de U-boots, a proporção chegava de um submarino para cada 10 mercantes, de agosto a setembro, os alemães perderam 60 submarinos. A batalha da produção já pendia para os Aliados, independentemente do número de mercantes afundados, os Aliados conseguiam repor as perdas, com sobras. A guerra no mar entrava na fase final da guerra de atrito, com um viés muito favorável aos Aliados.

HMS Audacy (porta-aviões de escolta dedicado a proteção dos comboios)
https://tvd.im/naval-warfare/3408-hms-audacity-d10.html

As novas armas Antissubmarino

Na guerra contra os U-bootes, os Aliados introduziram uma série de melhoramentos:

– o aperfeiçoamento do ASDIC permitiu obter a profundidade, direção e a distância, elementos essencias para a maior precisão das armas AS;

– os porta-aviões de escolta (imagem acima);

– três novas armas vieram se juntar as cargas de profundidade: mouse trap e o hedgehog (morteiro de contato) lançados a frente do navio, e o Squid (um aperfeiçoamento do hedgehog), mas que ligado ao ASDIC permitia ajustes antes de ser disparado, um submarino depois de identificado pelo ASDIC, dificilmente escaparia da destruição.

– o holofote Leight permitia iluminar trechos do mar enquanto os bombardeiros Liberator e Welligton sobrevoavam em busca do alvo, posteriormente os Catalinas também receberam esta inovação. Esta última inovação se revelou bastante produtiva, pois os U-bootes tinha como práticas emergir a noite para recarregar as baterias e renovar o ar, este procedimento foi praticamente inviabilizado devido a utilização do holofote Leight.

– outra inovação simples, mas que foi muito importante (e muito arriscada) foi a introdução de navios de resgate. Eram navios pequenos e fáceis de manobrar, se posicionavam a retaguarda do comboio e sua única missão era resgatar os tripulantes dos navios afundados.

Bombardeiro Wellington com o holofote Leight

A Guerra dos Códigos

Em 1942, devido as crescentes perdas de U-bootes ocorridas por intermédio de ataques aéreos, os alemão introduziram o Metox, um detector de radar que permitia ao U-boot rastrear a chegada de uma aeronave e tomasse as contramedidas (ainda não conseguiam distinguir que tipo de aeronave se era um caça ou um bombardeiro).

Os Aliados, às vezes, cometiam erros terríveis, por exemplo em 1941, os norte-americanos informaram aos britânicos que seu Código 3, mas o Almirantado só alterou esse código em junho de 1943. O resultado foi que durante todo esse período Dönitz organizou suas matilhas com base nessas informações. E falando em códigos, em fevereiro de 1942, os U-bootes receberam uma nova Enigma e estabeleceram uma nova rede, a Triton. A Aliados só conseguiram quebrar o código em dezembro quando o HMS Petard capturou a nova Enigma do U-559.

1943-1945

Com a ascensão de Dönitz ao comando da Kriegsmarine, a U-bootwaffe passou a ser prioridade na construção de novos submarinos, no recebimento de suprimentos, treinamento de tripulações. A frota de superfície, cada mais limitada em números e bloqueada pela Royal Navy, se concentrava na defesa costeira.

A situação alemã degradou consideravelmente, quando em 23 de novembro de 1943, os Franceses Livres tomaram o controle da esquadra francesa em Dacar e os norte-americanos desembarcaram na África do Norte. O que sobrou da Marinha francesa se juntou aos Aliados garantindo a segurança dos comboios trazendo petróleo e outros suprimentos na costa africana do Atlântico Norte. Dönitz foi obrigado a reorganizar suas forças e concentrou cerca de 70 submarinos italianos e alemães no Mediterrâneo para atacar as linhas de comunicação marítima dos Aliados.

Entre novembro de 1942 e maio de 1943, chegamos ao clímax e ao ponto de inflexão da Batalha do Atlântico.  O ano de 1942, terminara com a perda de mais de 6 milhões de toneladas para a navegação comercial Aliada. Na Conferência de Casablanca (14/24 Janeiro 1943), os Aliados decidiram derrotar os U-bootes. As medidas iam do emprego intensivo de aviões de longo raio de ação no ataque aos submarinos alemães e suas bases, aumento dos grupos de caça aos submarinos, reforço das escoltas e desenvolvimento de pesquisas orientadas para a destruição dos U-bootes.

Os aliados também introduziram um novo tipo de explosivo de grande potência, o minol, quando as granadas o atingiam submerso a 8m de distância o afundavam, a 16 m o avariavam de tal maneira que o obrigavam a submergir.  

Como os leitores já devem ter observado, a vitória no front tecnológica, conferia ao atacante uma vantagem momentânea, até que uma contramedida fosse elaborada e implementa, nessa corrida os alemães tinham ficado para trás.

Durante o inverno no hemisfério norte, predominou o mau tempo, com isso os U-bootes se dirigiram mais para o sul. A luta continuava implacável e ambos os lados estavam resolutos, determinados a vencer o inimigo.

De janeiro a março de 1943, os ataques dos U-bootes se intensificaram, Dönitz lançou no mar o que tinha (112 U-bootes) e os concentrou na linha América do Norte-Grã-Bretanha. Os alemães também fizeram alguns aperfeiçoamentos na Enigma, cegando, momentaneamente os britânicos. As batalhas entre as matilhas e as escoltas era feroz, os inimigos eram implacáveis. Em março, os U-bootes afundaram 120 mercantes, 82 no Atlântico Norte, perdendo apenas 12 submarinos. A Velha Albion sentiu o golpe, a situação do abastecimento era preocupante e comprometia seriamente a continuidade das operações, cogitou-se até mesmo se abandonar os comboios.

 Em abril, “apenas” 39 mercantes foram perdidos, mas a boa notícia era que 15 U-bootes haviam sido destruídos. As perdas elevadas que os Aliados tiveram em sua navegação comercial era devido ao aumento do número de submarinos atuando, pois em termos de rendimento individual de cada U-boot, esse era inferior 5 ou 6 vezes ao desempenho de 1940.

Em maio, as matilhas não conseguiam mais ter vantagens contra as escoltas e esse mês ficou conhecido como “Maio Negro”  na U-Bootwaffe.

O ponto de virada da Batalha do Atlântico foram os combates em torno do comboio ONS 5 (abril a maio de 1943), composto por 43 navios mercantes, escoltados por 16 navios de guerra. O comboio foi atacado por uma matilha de 30 U-bootes. Os Aliados perderam 13  mercantes, mas escoltas ou aeronaves Aliadas afundaram 6 U-bootes. As perdas  poderiam ser maiores devido a uma temppestade que dispersou o comboio, mas os  mercantes conseguiram chegar a zona protegida pela aviação. Dönitz teve que concelar o ataque. Logo na sequência, o comboio SC 130 foi atacado por uma nova matilha, os U-bootes não afundaram nenhum mercante e ainda tiveram 3 submarinos afundados e 1 danificado. Ao todo, 43 U-boats foram destruídos em maio, 34 no Atlântico. Essas baixas representavam 25% da força operaciona da U-Bootwaffe. Diante de tamanho desastre, Dönitz, por hora, cancelou as operações no Atlântico Norte. Os alemães ainda afundaram um porta-aviões norte-americano, o USS Block Island, no Atlântico central, mas o mês fora desastroso para os U-bootes.

As medidas antissubmarinos Aliadas não paravam:

– em maio de 1943, entrou em serviço o Merchant Aircraft Carrier (MAC). Eram navios mercantes (graneleiros ou petroleiros) que receberam um convés de voo, permitindo operar aeronaves em apoio direto na proteção dos comboios, sem deixar de transportarem cargas. Os MACs foram dotados de esquadrões de Grumman F4F Wildcats e Grumman TBF Avengers. O interessante é que eram  tripulados e comandado por membros da Marinha Mercante;

– emprego dos B-24 Liberators, borbardeiros de longo alcance configurados para guerra antisubmarino que permitiu o fechamento do buraco negro no meio do Atlântico Norte;

– introdução do radar centimétrico, um radar de varedura, pequeno o suficiente para ser intalado em aeronavaes. Detalhe: era indetectável pelo Metox alemão. Este equipamento faria uma grande diferença permitindo a aviação a destruição da maior parte dos U-bootes desde que foi introduzido na primavera de 1943.

The Consolidated B-24 Liberator
https://uboat.net/allies/aircraft/b24.htm

Apesar dos reveses a U-bootwaffe não abandonou a luta, foi mais ao sul, em busca de novos campos de caça, como nas costas do Brasil, e continuou atacando no Atlântico Norte, sem o mesmo sucesso.

A Kriegsmarine planejava a próxima geração de submarinos, os tipos Walter e Elektroboot. 

O Type XVII, projetado pelo engenheiro Helmuth Walter, primeiro era um pequeno submarino costeiro que usava um sistema de propulsão de peróxito de hidrogênio, combinado com um sistema AIP (air-independent propulsion) e que desenvolvia alta velocidade quando submerso (25 nós).

O Elektroboot, Types XXI e XXII, eram submarinos projetados para operar principalmente submersos, possuíam muitas baterias que lhe permitia mermanecer submerso por dias e só precisam emergir a a profundidade de periscópio para renovar o ar por intermédio de um snorkel, podia atingir uma velocidade de 17 nós submerso (mais rápido que as corvetas dos aliados), o design do casco era avançado para a época e podiam submergir a 240 m. No entanto, o projeto não foi finalizado e, mesmo assim, sua produção antecipada, mas não a tempo e nem em número suficiente de alterar o curso das ações. Após a guerra, as Marinhas Aliadas se apossaram de vários deles e que serviriam de modelo para as novas classes de submarinos no pós-guerra.

A U-bootwaffe também fez uma série de aperfeiçoamentos nos submarinos que já estavam em combate: defesas antiaéreas aprimoradas, detectores de radar (Wanze), torpedos aperfeiçoados, chamarizes (para iludir o sonar) e Schnorchel que permitia que os submarinos continuassem submersos com seus motores a diesel, carregando suas baterias e renovando o ar. Os alemão não se davam por vencidos e nem desistiram de lutar.

A Luftwaffe foi chamada a se empenhar mais na Batalha do Atlântico, e introduziu o bombardeiro Heinkel He 177 Greif de longo alcance e a bomba planadora guiada Henschel Hs 29. No entanto, era tarde demais, a superioridade aérea aliada os impediu de ser uma grande ameaça.

Em setembro de 1943, a U-bootwaffe voltou ao ataque no Atlântico Norte, inicialmente, com sucesso, mas com o desenrolar da campanha o número de afundamentos de mercantes caiu e a taxa de destruição dos U-bootes subiu rapidamente. Após quatro meses, os ataques foram cancelados, diante da perda de 39 submarinos. A ofensiva se mostrou insustentável.

Em fins de 1943, já estava claro que a Alemanha tinha perdido a a corrida tecnológica. A superioridade aérea e naval Aliada se impunha. Os ataques dos U-bootes que ainda ocorriam era de lobos solitários e rapidamente eram neutralizados. A rigor, a guerra acabou para a U-bootwaffe.

O Dia D e a invasão da França pelos Aliados só foi possível com a derrota dos U-bootes e privou a U-bootwaffe de suas melhores bases. Com o avanço aliado, vários submarinos tiveram que ser afunados por suas tripulações e outros foram destruídos em sua fuga.

Conclusão

A vitória dos Aliados na Batalha do Atlântico ocorreu por uma série de fatores tais como a convergência de tecnologias, aumento dos meios e dos recursos dos Aliados, conjugado com as limitações dos mesmo itens dos países componentes do Eixo, a extensão do teatro de operações e o longo tempo da luta.

O objetivo da guerra de corso implementada pela Kriegsmarine, em especial pela U-bootwaffe liderada por Dönitz era afundar o maior número possível de navios Aliados, no menor espaço de tempo possível, de modo que a suplantar taxa de substituição desses meios pelos Aliados. O objetivo era ambicioso, reduzir de tal maneira o fluxo de suprimentos que levasse o Reino Unido a negociar a paz. A entrada dos EUA na guerra, tornou a premissa e o objetivo tornaram-se impossíveis de serem alcaçados.

Entre 1939 e 1945, os U-bootes provocaram as seguintes perdas aos Aliados: 3.500 navios mercantes aliados (totalizando 14,5 milhões de toneladas brutas) e 175 navios de guerra foram afundados,  cerca de 72.200 militares e marinheiros civis perderam suas vidas. Já os alemães perderam 783 U-bootes e aproximadamente 30.000 marinheiros mortos, ou seja, cerca de três quartos do efetivo da esquadra de U-boats de 40.000 homens da Ubootwaffe.

Apesar da magnitude do números acima em nenhum momento durante a campanha as linhas de abastecimento para a Grã-Bretanha foram interrompidas; mesmo durante a crise do início de 1943, os comboios navegavam como de costume (embora com escoltas mais pesadas). Ao todo, durante toda a campanha atlântica apenas 10% dos comboios transatlânticos que navegaram foram atacados, e dos atacados apenas 10% em média dos navios foram perdidos. No geral, mais de 99% de todos os navios que navegavam de e para as Ilhas Britânicas durante a Segunda Guerra Mundial o fizeram com sucesso, apesar de todo empenho da Ubootwaffe.

Resumindo, apesar de um certa visão romântica e um tanto exagerada dos sucessos e das capacidades dos submarinos alemães, a Ubootwaffe nunca esteve perto de vencer a Batalha do Atlântico.

Imagem de Destaque: Type XXI Elektroboot – https://www.wikidata.org/wiki/Q161331

Bibliografia

Este livro de autoria de Jonathan Dimbleby é, na minha opinião, atualmente o melhor sobre a Batalha do Atlântico e recomendo para todos que se interessam pela guerra no mar. Infelizmente não está traduzido para o português.

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Recomendo como um manual sobre a Segunda Guerra Mundial, pois aborda e analisa todas as fases da guerra com profundidade. Max Hastings fez uma excelente revisão bibliográfica e o livro está bem atualizado. Toda a pesquisa que faço e os ensaios que escrevo sobre a Segunda Guerra tem essa obra como ponto de partida.

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Sites consultados

http://ahoy.tk-jk.net/macslog/OperationDrumbeat.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_the_Atlantic

https://uboat.net/ (o melhor site sobre submarinos alemães)

https://www.history.navy.mil/browse-by-topic/wars-conflicts-and-operations/world-war-ii/1942/atlantic.html

https://www.warmuseum.ca/learn/dispatches/the-royal-canadian-navy-and-the-battle-of-the-atlantic-1939-1945/#tabs

https://www.iwm.org.uk/history/what-you-need-to-know-about-the-battle-of-the-atlantic

Professor de História formado pela UGF. Mestrado e Doutorado em História pela UFRJ. Autor de artigos sobre História Militar e Geopolítica.

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